Blog da Josefina

“Habemus dimisión, habemus montajes”

Dimisión de Benedicto XVI: los montajes sobre la renuncia del papa


A história secreta da renúncia de Bento XVI

A história secreta da renúncia de Bento XVI
Os especialistas em assuntos do Vaticano afirmam que o Papa Bento XVI decidiu renunciar em março passado, depois de regressar de sua viagem ao México e a Cuba. Naquele momento, o papa, que encarna o que o diretor da École Pratique des Hautes Études de Paris (Sorbonne), Philippe Portier, chama “uma continuidade pesada” de seu predecessor, João Paulo II, descobriu em um informe elaborado por um grupo de cardeais os abismos nada espirituais nos quais a igreja havia caído: corrupção, finanças obscuras, guerras fratricidas pelo poder, roubo massivo de documentos secretos, luta entre facções, lavagem de dinheiro. O Vaticano era um ninho de hienas enlouquecidas, um pugilato sem limites nem moral alguma onde a cúria faminta de poder fomentava delações, traições, artimanhas e operações de inteligência para manter suas prerrogativas e privilégios a frente das instituições religiosas.

Mais do que querelas teológicas, são o dinheiro e as contas sujas do banco do Vaticano os elementos que parecem compor a trama da inédita renúncia do papa. Um ninho de corvos pedófilos, articuladores de complôs reacionários e ladrões sedentos de poder, imunes e capazes de tudo para defender sua facção. A hierarquia católica deixou uma imagem terrível de seu processo de decomposição moral. Nada muito diferente do mundo no qual vivemos: corrupção, capitalismo suicida, proteção de privilegiados, circuitos de poder que se autoalimentam, o Vaticano não é mais do que um reflexo pontual e decadente da própria decadência do sistema.

Sexo, dinheiro e poder podem ter influenciado renúncia do Papa
Oficialmente, o desgaste físico e espiritual pesou sobre os 85 anos de Bento XVI. E um dossiê de quase 300 páginas, dividido em dois volumes encadernados com couro vermelho, sepultou de vez o pontificado dele, sustentou nesta quinta-feira o jornal italiano “La Repubblica”. O documento foi compilado por três cardeais a pedido do próprio Papa, durante nove meses, após o escândalo do roubo de documentos secretos do Pontífice, conhecido como VatiLeaks. As páginas proporcionaram leitura detalhada de dezenas de capítulos sobre corrupção, promiscuidade, mapeamento de uma rede de prostituição homossexual dentro do Vaticano e desvio de dinheiro. E transformaram-se no argumento definitivo para uma renúncia considerada há tempos pelo Pontífice alemão.


De Chicos e Bentos

Francisco no es Benedicto

El País de España y la fotografia de Hugo Chávez. “Un tremendo error”


Já foi tarde!


Próxima parada, Belmopan, capital do Belize

© Claudio Versiani


De nuvens e sombras sobre o Mar do Caribe

© Claudio Versiani


Gabs, the King of The New York Fusion Soccer Club

O Gabs é fera!
Só falta descobrir se ele será o novo Xavi Hernández ou o novo Andrés Iniesta.

Fotos © Claudio Versiani

New York Fusion Soccer Club, o melhor time do mundo mundial!


The Queen of NYC

© Claudio Versiani


New York, New York

© Claudio Versiani


Oh, Barcelona…

© Claudio Versiani


Josefinas 1941

Window-Dressing: 1941
July 1941. “Store window display. Chicago, Illinois.” High concept retailing — one’s eye is drawn immediately to the fancy footwear on display. Or maybe summers in Chicago are just especially hot? We’ll leave the interpretation up to you. 35mm nitrate negative by John Vachon.

© John Vachon

John Vachon aqui…
Uma deusa nunca morre


Josefina is back!

© Claudio Versiani via Samsung Galaxy Mini


¿Qué pasa en Barcelona?

© Claudio Versiani


Notícias de NYC

© Claudio Versiani via Samsung Galaxy Mini


Liberty

© Claudio Versiani


Correndo por NYC

© Claudio Versiani


Vendo a vida passar em Cannes

© Claudio Versiani


Pedalando por Nice

© Claudio Versiani


Vote X

Seguidores del 15-M y la cultura libre en Internet ponen en marcha el Partido X
Wikigobierno, Iniciativas Legislativas Populares, participación directa de los ciudadanos en la elaboración de las leyes, transparencia… E Internet como herramienta de trabajo. Con estos mimbres ve hoy la luz el Partido X-Partido del Futuro, una nueva formación política alumbrada por seguidores del 15-M y de los movimientos que preconizan la cultura y el software libres. Su programa lo sintetizan en una frase: Democracia y punto. La formación fue inscrita en el registro de partidos políticos del Ministerio del Interior el pasado 17 de diciembre. Hoy será presentada en el espacio en el que se ha gestado: la red.
El Partido X nace con la vocación de trasladar a España experiencias de intervención ciudadana en la gestión política como los gabinetes digitales de Rio Grande do Sul, en Brasil, y de la capital islandesa,Reykjavik (Better Reykjavik). “Las migajas de la democracia no son suficientes”, dice por teléfono una integrante de esta plataforma, que no quiere ser identificada como portavoz.

Espanhóis se unem em legenda de atuação anônima pela internet
Do outro lado da linha, uma pessoa sem nome, que trabalha em um grupo heterogêneo de 90 voluntários de 19 a 86 anos. Todos anônimos. Criaram um partido político, o Partido X (Partido do Futuro), sem sede física, que pretende construir uma democracia direta, sem intermediários, através da internet. Chegou com força e seu servidor entrou em pane, pois recebia 600 mensagens por segundo. No primeiro dia, atraiu 13 mil seguidores no Twitter, 7 mil no Facebook e 100 mil visitas no YouTube. Querem ganhar, dizem, tudo — referendos vinculantes, iniciativas legislativas populares etc —, com um wikigoverno, e colocar em xeque-mate todos os mandatários que conduzem a Espanha de costas para a sociedade.
— Existe uma crise que não foi criada pela cidadania. A sociedade está pagando por ela, e o que queremos é que os especuladores e políticos que a causaram paguem pelo que fizeram — conta, por telefone, a anônima porta-voz.
Suas metas imediatas são duas: soberania cidadã, para influenciar as ações do governo e a saída urgente da crise econômica, que assola o país com um índice de 26% de desemprego. Não são de esquerda, de direita, nem de centro, diz a porta-voz. Tampouco se definem como republicanos ou monarquistas, parlamentaristas ou presidencialistas.
— Não nos perguntamos sobre nossas ideologias. Este não é um espaço de discussão. É uma ferramenta de trabalho para a sociedade civil mudar o sistema político. Queremos fazer a máquina funcionar e não discutir constantemente sobre ela. A discussão deve existir, mas em outros âmbitos. Queremos ser o catalisador desta energia de mudança, que já existe, e ajudar para que tudo mude o mais rápido possível.
O Partido X começou a ser gerado há um ano e meio, em plena efervescência do Movimento 15-M, que surgiu com acampamentos, nas principais praças do país, e passeatas como mostra de indignação contra o atual sistema político-econômico. O 15-M continuou vivo em assembleias de bairros, tomando um papel ativo, por exemplo, contra os despejos e a atual lei hipotecária.

Partido Del Futuro


Notícias do Brasil do avesso

Lista suja do trabalho escravo tem 409 empregadores
No Dia Nacional de Combate ao Trabalho Escravo, lembrado hoje (28), 409 empregadores estão na lista suja do trabalho escravo, elaborada pela Organização Internacional do Trabalho (OIT), o Instituto Ethos, a Organização Não Governamental (ONG) Repórter Brasil e o Ministério do Trabalho. A lista reúne empresas ou contratantes (pessoa física) que mantêm trabalhadores em condições análogas às de escravidão.
Calcula-se que os citados no cadastro empregam 9,1 mil trabalhadores, em setores majoritariamente agropecuários – como na criação e no abate de animais, no plantio e no cultivo de espécies vegetais, segundo apurou a Agência Brasil. Ainda há empresas de extração mineral, comércio e construção civil.

Lista Suja do Trabalho Escravo


O Jornalismo, a corrupção e a justiça

Liberdade de expressão ameaçada
Reconhecido no final do ano passado com o Prêmio Especial Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos, entre as várias homenagens recebidas por seu trabalho nos últimos anos, o jornalista paraense Lúcio Flávio Pinto, que edita há 25 anos o Jornal Pessoal, foi novamente condenado pelo Judiciário paraense.
Desta vez, ele deverá pagar quantia próxima a R$ 410 mil (ou 600 salários mínimos) ao empresário Romulo Maiorana Júnior e à empresa Delta Publicidade S/A, de propriedade da família Maiorana, também detentora de um dos maiores grupos de comunicação das regiões Norte e Nordeste, as Organizações Romulo Maiorana.
A decisão da desembargadora Eliana Abufaiad, que negou o recurso interposto pelo jornalista no primeiro semestre de 2012, data de 21 de novembro de 2012, mas foi publicada apenas em 22 de janeiro com uma incorreção e, por causa disso, republicada na última quarta-feira, dia 23. O jornalista vai recorrer da decisão, tentando levar o caso ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), mas teme que a condenação seja confirmada.
Romulo Maiorana Júnior alega ter sofrido danos morais e materiais devido à publicação, em 2005, do artigo “O rei da quitanda”, no qual o jornalista abordava a origem e a conduta do empresário à frente de sua organização. Por causa desse texto, em 12 de janeiro do mesmo ano, Lúcio Flávio foi agredido fisicamente pelo irmão do empresário, Ronaldo Maiorana, junto com dois seguranças deste em um restaurante de Belém.

TODOS COM LÚCIO FLÁVIO PINTO

Condenação de Lúcio Flávio Pinto repercute no Brasil e no exterior
Repercutiu no país e até no exterior a última sentença do judiciário paraense ao jornalista Lúcio Flávio Pinto, editor do Jornal Pessoal, condenado a pagar indenização de  600 salários mínimos (quase R$ 410 mil) por danos morais e materiais ao empresário Romulo Maiorana Júnior e à empresa Delta Publicidade S/A, de propriedade da família que detém um dos maiores grupos de comunicação das regiões Norte e Nordeste, as Organizações Romulo Maiorana (para entender o caso, clique aqui).
A notícia foi veiculada no dia 23 e, por se configurar em ameaça à liberdade de imprensa, na medida em que envolve o pagamento de um valor excessivo a um grupo empresarial por um jornalista, impedindo a continuidade de suas ações junto ao periódico alternativo que mantém quinzenalmente, tem se replicado em blogs, portais de notícias e páginas pessoais de  formadores de opinião, como os jornalistas Ricardo Noblat e Paulo Henrique Amorim.
Também circulam informações sobre o caso veículos nacionais especializados em política, imprensa e direitos humanos, como os websites Congresso em Foco, Brasil de Fato e Revista Fórum,  e estrangeiros , a exemplo do Blog Jornalismo nas Américas, mantido em três idiomas pela Universidade do Texas.

Vale a pena ver o que aconteceu aqui na Espanha, num caso semelhante. A mobilização da “rede” proporcionou um desfecho interessante. Veja e leia…

Periodismo y crowdfunding contra la corrupción
“Hola, ¿podemos seguir aportando para ayudar a financiar vuestros proyectos futuros? Es para saber si seguir dando difusión ;^)”. Se lo pregunta un usuario de la plataforma de crowdfunding Verkami a Albano Dante, editor y único periodista a tiempo completo de la revista comarcal catalana Café amb Llet. El motivo es que el proyecto que colgó el pasado miércoles solicitando 10.000 euros llevaba ya recaudados en ese momento más de 14.000, apenas 24 horas después. Un proyecto que nace como un salto adelante frente a una sentencia que les condenó hace tres meses a pagar 10.000 euros por “daños al honor” de un político catalán supuestamente corrupto, una condena que seguramente supone el primer ‘ efecto Streisand’ judicial que logra en horas anular de facto la pena de la misma.
Mientras escribo esto son ya 611 las personas que se han rascado el bolsillo para financiar por su cuenta un proyecto netamente periodístico cuyo nombre, como los buenos titulares, va al grano: ‘ Artur Mas: ¿dónde está mi dinero?’. ¿Su objetivo? “poner sobre la mesa 30 años de opacidad, connivencia política y corrupción, los verdaderos responsables de la ruina sanitaria actual” en Catalunya, afirman. Pese a las cifras, esta campaña de crowdfunding no es la más exitosa de la historia en España, lo es todavía la de #CowdFundpaRato, que recaudó en Goteo.org 16.000 euros en un día. Sí es, en cambio, el proyecto periodístico de mayor y más rápida aceptación social con dinero de por medio hasta ahora. Y eso que este último año ha sido rico en novedades al respecto.

Café amb Llet


Santa Maria 27/01/2013


El País de España y la fotografia de Hugo Chávez. “Un tremendo error”

Hugo Chávez, El País y la portada podrida
Minutos atrás, cuando en Argentina se acercaba la medianoche, comenzó a dar vueltas en la web una imagen de lo que era la portada en papel del periódico español El País con una foto supuestamente de Hugo Chávez entubado en pleno tratamiento.
Las reacciones, sobre todo en Twitter, no se hicieron esperar; muchos usuarios condenaron la decisión editorial y al mismo tiempo el buzz comenzó a sacar a la luz un video que incluía mayor complejidad a la situación.


En el pie de la imagen puede leerse “El presidente Chávez durante el tratamiento médico recibido en Cuba./ DERECHOS MUNDIALES DE EDICIONES EL PAIS, PROHIBIDA SU REPRODUCCION”.

Un tremendo error
La publicación de una foto falsa el pasado jueves del presidente de Venezuela, Hugo Chávez, fue un tremendo error, y así lo admitía la rectificación que publicó el viernes el diario y que se titulaba “La foto que EL PAÍS nunca debió publicar”. Una vez, aunque tardíamente, detectado que se trataba de la imagen de otro paciente, el diario la retiró de la web y paralizó la distribución de la edición impresa en todos los puntos de venta donde fue posible. Paralelamente se imprimió una nueva edición, sin la supuesta noticia, que llegó con retraso a los quioscos. El jueves, el diario publicó una nota en la edición digital en cuya versión definitiva se pedía disculpas a los lectores por lo ocurrido y se anunciaba la apertura de una investigación.

“La publicación de una foto falsa del presidente venezolano durante 30 minutos en la web —y en la edición impresa, que tuvo que ser retirada en la madrugada de los canales de distribución— constituyó un error de enorme gravedad, cuyas consecuencias sobre la credibilidad y el prestigio del periódico en España y en el extranjero, especialmente en América Latina, no minusvaloramos. Tras el incidente, ordené a dos periodistas del diario, José María Irujo y Joseba Elola, una exhaustiva investigación sobre lo sucedido. De la lectura del texto, que se publica hoy en la sección de Internacional, y de mi conocimiento de los hechos, tengo claro que el error primordial consistió en creer que la agencia estaba realizando un trabajo de verificación, similar en estándares a los del propio periódico, cuando en realidad nada de ello estaba aconteciendo durante las largas horas en las que se sucedieron las negociaciones y conversaciones para la adquisición de la imagen. Ese fue un yerro propio, que no podemos ni debemos atribuir a nadie más. Y puesto que no pudimos verificar de forma independiente las circunstancias, el lugar o el momento en el que se tomó la fotografía, como se explicaba en el texto que acompañaba a la imagen, esta no debió publicarse nunca.

Relato de un error de EL PAÍS
EL PAÍS cometió el pasado jueves uno de los mayores errores de su historia. Ese día, el periódico difundió una fotografía falsa aportada por la agencia Gtres Online en la que supuestamente aparecía intubado el presidente venezolano, Hugo Chávez. Pese a las dudas que les surgieron sobre las circunstancias que rodeaban esa imagen, los responsables del diario decidieron difundirla. Esas dudas no resueltas quedaron reflejadas incluso en el breve texto que acompañaba la fotografía, en el que se indicaba que “EL PAÍS no ha podido verificar de forma independiente las circunstancias en que fue tomada la imagen, ni el momento preciso ni el lugar. Las particularidades políticas de Cuba y las restricciones informativas que impone el régimen lo han hecho imposible”. El director de la publicación, Javier Moreno, es el primero en asumir que fue una equivocación: “Ese es el error central de la historia. Creíamos tener verificada una fotografía que no habíamos verificado”.

-Javier tenemos una foto de una persona que parece Hugo Chávez en una sala de operaciones. La ofrece una agencia y estamos haciendo gestiones para conseguirla porque primero se la han ofrecido a El Mundo.
-¿Qué sabemos de la fotografía?
-La agencia dice que la ha sacado una enfermera en Cuba y que se la ha enviado a su hermana a España. Esta la ha ofrecido a una colaboradora de la agencia.
-¿No podemos tener más información?
-Luis Magán [jefe de fotografía] va a comer con el comercial de la agencia y lo va a intentar.


Magán sube con la foto al despacho del director adjunto, Vicente Jiménez.
-¿Esta agencia será de fiar, no?, le pregunta Jiménez.
-A mí me parece que es Chávez, le responde Magán.
A lo largo de la tarde del miércoles 23, por el despacho de Vicente Jiménez, pasan, entre otros, Luis Magán y tres subdirectores: Jan Martínez Ahrens, Goyo Rodríguez y José Manuel Romero. “En esos momentos estamos manejando la sensación de tener una exclusiva mundial”, relata Magán. Hay dudas sobre la fecha y la autenticidad de la foto. “Pero nadie pone en duda que sea Chávez”, relata el jefe de fotografía.


En Davos, sobre las 23 horas, Naím coincide de nuevo con Moreno.
-Javier, ¿cómo va la historia?
-Vamos a dar la foto.
-¿Puedo tuitear la noticia?
-Pero no digas que es Chávez.
Naím tuitea: “Prepárense para una extraordinaria foto exclusiva en la web de El PAÍS en breve”. Poco después, Moreno lo retuitea.
Ewald Scharfenberg, el colaborador en Caracas, ve el tuit de Naím y escribe a Altares para preguntarle si sabe de qué va la cosa. “Me responde: no te puedo decir nada sorry [lo siento]“. La supuesta exclusiva se ha manejado con la máxima discreción para evitar fugas. Más tarde, Scharfenberg le envía otro mensaje en el que le advierte sobre una fotografía vieja que ese mismo día circula, una instantánea de Chávez con su padre y hermano.


A las 4.12, Jiménez llama al responsable de distribución e impresión de Pressprint, Juan Manuel Albelda. Le dice que es preciso retirar toda la tirada. Albelda le informa de que hay rutas que están distribuidas y entregadas. No se consigue frenar la distribución de ejemplares destinados a las líneas aéreas, ferrocarriles, hoteles y suscriptores. En España, 4.100 ejemplares llegan a los lectores con la foto falsa. “De llegar la orden media hora más tarde, hubiera sido dramático”, confiesa Albelda.
Se consigue paralizar el 93% de la tirada. Pero en Argentina solo se recupera un 30% y 8.050 ejemplares llegan a los quioscos. En la República Dominicana se recupera un 10%: 5.670 ejemplares con el error llegan a destino.
En total son 22.635 los ejemplares con la foto falsa que se distribuyen. Se vuelve a imprimir una nueva edición. El coste de la reimpresión del diario ronda los 125.000 euros. La nueva distribución que hay que poner en marcha supone otros 100.000 euros.


El Gobierno de Hugo Chávez anuncia que emprenderá acciones legales y su embajada en Madrid acusa al diario de “despreciar” a los venezolanos. “La publicación de esta fotografía grotesca no es más que la confirmación de la campaña sistemática que ese periódico y otros más mantienen aprovechándose de manera atroz de la situación de salud por la que pasa el comandante Chávez”, espeta Ernesto Villegas, ministro de Información. Desde Argentina, la presidenta Cristina Fernández de Kirchner escribe en su cuenta de Twitter: “En la portada de EL PAÍS vi una foto. Me corrijo, eso no es una foto, es una canallada”.


Chega de saudade

© Isa Versiani


Barçaaa!!!

Fotos © Claudio Versiani


A Bela e o Fera

Fotos © Claudio Versiani


Love is all you need

© Isa Versiani


“Memoria de un cazador de imágenes”

Memoria de un cazador de imágenes

© Ana Nance


Era la tarde del 28 de agosto de 1947 y en la plaza de toros de Linares, provincia de Jaén, el toro Islero estremecía a toda España dándole unacornada a Manolete. Enrique Meneses estaba en Madrid escuchando por la radio todo el alboroto y enseguida vislumbró la oportunidad de vivir su primera aventura periodística. Salió a la calle y paró un taxi. Le cobraron 450 pesetas por llevarlo.
Ya era de noche cuando logró hablar con el doctor Jiménez Guinea, “el especialista en cornadas”. Prestó atención al revuelo en el hospital y en la calle, recogió algunos testimonios, Manolete murió y en la madrugada el reportero volvió a Madrid. Hizo su texto y lo vendió a la agencia Prensa Mundial por 150 pesetas. Se publicó en España “y en dos o tres periódicos de América Latina”, y con eso se sintió como un pavo real: “¡Ya era periodista!”. Le faltaban tres meses para cumplir 18 años.


Había nacido el 21 de octubre de 1929, cuando del otro lado del mundo la Bolsa de Nueva York se desplomaba. La Guerra Civil española lo sorprendió en Biarritz (Francia) cuando estaba de vacaciones junto a su familia. Entonces, con su pasado republicano a cuestas, todos se fueron a París, donde, un poco más tarde, vivirían la ocupación alemana durante la Segunda Guerra Mundial. Luego se fueron a Portugal y, cuando él ya era un adolescente, volvieron a España.
“Era un país sórdido, con un periodismo ramplón y provinciano, en el que solo se hablaba de tres cosas: fútbol, toros y radionovelas. Quizá por eso fui por la historia de Manolete”. Quizá por eso también decidió irse. En 1954, después de dos años en la versión española del Selecciones Reader’s Digest, se fue a Marsella y ahí compró un billete de barco –solo de ida– para Alejandría. Conoció Egipto gracias al dinero que ganaba dando clases de francés y español y doblando documentales turísticos, hasta que un día decidió emprender una expedición por toda África –“de El Cairo al Cabo”– y así recorrió 27.000 kilómetros en cuatro meses haciendo clics y más clics con su cámara. Al volver a El Cairo cubrió la guerra del canal de Suez y comenzó a colaborar con la prestigiosa Paris-Match.
Cuando regresó a Madrid en 1957 se enteró de que querían casar “por la fuerza” a una de sus primas con “un señor muy importante”. La chica se había ido a Costa Rica y Meneses se propuso “desbaratar esa boda arreglada”. Pensó que llegar a por ella “así no más” sería una locura. ¿Qué tal si hacía una escala en La Habana? Les avisó a los de Paris-Match y de inmediato obtuvo respuesta:
–Muy bien. Dicen que unos barbudos están preparando una revolucioncita. Quizá puedas obtener fotos divertidas.


El reportero se adentró hasta lo más profundo de la sierra y, cuando reponía fuerzas recargado en el muro de madera de una maltrecha cabaña, escuchó una voz:
–¿Enrique Meneses?
Abrió los ojos, levantó el rostro y vio un hombre alto que le tendía la mano:
–Me llamo Fidel Castro.

© Enrique Meneses

Conoció a otros miembros de la “Comandancia” como Raúl Castro, Ramiro Valdés y Ernesto Che Guevara, a un centenar más de guerrilleros, y durante un mes (diciembre de 1957-enero de 1958) obtuvo el material periodístico que dio la vuelta al mundo y que hoy posee un enorme valor histórico. Porque Enrique Meneses fue el primer periodista –el primero– en convivir con los protagonistas de la revolución cubana.

“He querido estar donde se hacía la historia para sentirla en mis carnes. Son miles y miles de rostros que conservo en mi memoria, como sombras de un devenir lleno de alegrías y penas, payasadas y sufrimientos, mezquindades y heroísmo. No me arrepiento de nada de lo que hice, pero sí de lo que pude hacer y no hice”, escribió en Hasta aquí hemos llegado, sus memorias publicadas en 2006.

La mirada de Enrique Meneses

En primera línea de fuego, durante el combate de Pino de Agua, Fidel Castro, Che Guevara y Camilo Cienfuegos (arriba a la derecha) escuchan informaciones de ‘Maracaibo’, un explorador que regresa de las líneas enemigas. © Enrique Meneses

Enrique Meneses, la gran aventura de ser periodista
Se estrenó con la muerte de Manolete, sí, con apenas 17 años. Poco después cruzó África de Cairo a Cabo, casi sin dinero, pero con algunos contactos y mucha desenvoltura. Persiguió las historias como si fueran novias y tras una prima enamorada hizo escala en Cuba y allí se paró a retratar a Castro, al Che, a Camilo, a Raúl, cuando aún no habían bajado de Sierra Maestra.
En los 50, en los 60, en los primeros 70, estuvo allí donde pasaban cosas. En la guerra del Canal de Suez en el 56, con Kennedy y Kruschev en Viena en el 61, con Martin Luther King en la Marcha sobre Washington en el 63. Entrevistó y retrató a reyes, artistas, pintores, revolucionarios, líderes de todas las causas. Dalai Lama, Abdel Krim, Husein de Jordania, Faisal II, Picasso, Dalí, Dominguín, Juan Carlos y Sofía antes de ser reyes.
Y publicó sus historias y sus magníficos reportajes gráficos en diarios y revistas de medio mundo en una época en la que la prensa y los periodistas españoles estaban atenazados por la censura y con grandes dificultades para viajar al extranjero. Fue un pionero, un atrevido, un descarado. Un curioso que tenía siempre la obsesión de ser testigo, de estar en el lugar en el que ocurrían las cosas. Y ahí quedaron sus portadas en Paris Match y sus fotos en The New York Times y en otras muchas revistas de todo el mundo.

De izquierda a derecha, Fidel Castro, su hermano Raúl Castro y el reportero gráfico Enrique Meneses, en Sierra Maestra.

Los internautas preguntan a Enrique Meneses
Hola Enrique ¿Que le preguntarías a Fidel si lo tuvieras a mano? ¿Cómo plantearías las preguntas? ¿En qué incidirías… No sé… 50 años después…?
En decir que me volviese a repetir lo que me contaba que iba a hacer con Cuba cuando ganase la Revolución. Dijo que suprimiría el ejército copiando así a Costa Rica, que sólo tiene policía. Hoy en día Cuba tiene el segundo ejército del continente americano. Ha tenido hasta sus guerras coloniales. Y si él sólo tiene el título de comandante es porque dijo que una vez reinstituida la Constitución violada por Batista, él volvería a su trabajo de abogado, cosa que no ha hecho.

¿Tiene alguna explicación para el hecho de que algunos sectores y actores de la izquierda sigan apoyando al régimen cubano? ¿En qué momento usted se percató de que lo que había en la Isla no tenía nada ver con el marketing que han hecho en 51 años?
Yo fui declarado persona non grata cuando todavía no habían ganado la revolución, y me lo dijo el Che almorzando juntos en El Cairo cuando hizo escala camino de China en 1960. Me dijo que Fidel estaba enfadado conmigo por haber dicho que había comunistas en la Sierra, cosa que yo tenía que decir como periodista, pero ellos consideraron que había frenado la llegada de dinero de Estados Unidos sólo por haber mencionado la palabra comunista. Y poco a poco, el 26 de junio, que era el movimiento creado por Fidel, fue fagocitado por el Partido Comunista de Cuba que no había colaborado en nada al derrocamiento de Batista.

Hola Enrique ¿Que quieres ser de mayor? Gracias!
Más pequeño para jugar con mis nietos.

Enrique Meneses y la Neotribu Digital
Enrique Meneses lo ha sido todo en el Periodismo. Una vez, en El Cairo, paró un taxi y le dijo simplemente: “Lléveme a la guerra”. Acababa de estallar la Guerra del Canal de Suez (1956) y fue el primer periodista en llegar al frente, como si tal cosa. Seguramente, sin despeinarse. Con el eterno ciagarrillo en la comisura de los labios y con cierta resaca por tener que haber abandonado de golpe y porrazo los cabarets que entonces flanqueaban la carretera hacia las pirámides.
Así se construye el personaje y la leyenda, pero también hay que contar que sus trabajos fotográficos sobre Abu Simbel en Paris Match lograron movilizar a la opinión pública mundial y por ello se logró su traslado. Otro día se largó con un amigo desde El Cairo hasta El Cabo, que se dice pronto, en un viaje que plasmó en un libro que se ha convertido en una clase magistral de reporterismo para muchos periodistas de la actual generación, como recuerda siempre Ander Izagirre o los fotógrafos José Cendón o Manu Brabo, ambos secuestrados durante su trabajo, el primero en Somalia y el segundo en Libia.

Enrique Meneses ha muerto
Me gustaría contarles su historia. Ustedes mismos se darán cuenta por qué admiro a este gran hombre, por qué hay que admirarlo y seguir aprendiendo de sus escritos, de sus libros, de sus fotografías, de sus permanentes lecciones. Cuando se escriba la verdadera historia del periodismo español (en la que espero que no estén los escribas del poder), Enrique Meneses ocupará un lugar privilegiado.
Hace 83 años, su nacimiento coincidió con el crack de 1929. Hace más de 65 años, el 28 de agosto de 1947, cubrió la muerte de Manolete con apenas 17 años y cobró 150 pesetas por este primer reportaje aunque gastó tres veces más en la carrera del taxi que le llevó de Madrid hasta la ciudad andaluza.
Hace 60 años atravesó toda África de El Cairo a El Cabo en busca de una belleza nilótica que había visto en una revista. Hace 57 años cubrió magistralmente la guerra del Canal de Suez en la que murieron varios ilustres periodistas y fotógrafos como Jean Roy y David Seymour, uno de los fundadores de de la agencia Magnum. Hace 55 años, en diciembre de 1957, se encontró con Fidel Castro y Che Guevara en Sierra Maestra.

www.enriquemeneses.com

enrique.meneses’ photostream

Retrato de Enrique Meneses, 1956. El fotógrafo escribe: “Pocas veces un hombre se encuentra en una frontera tan definida. Mis pies reposan en territorio sudanés. Delante mía, un precipicio cae sobre Nimulé. la ciudad frontera. Al fondo, el norte de Uganda con los meandros del Nilo que vienen hacia mi.”


Saudades de José Varella

José Varella, repórter-fotográfico
O jornalismo perdeu um dos seus grandes nomes – e eu um amigo querido.

© Zuleika de Souza

Varella Blues
José Negreiros

Eu tinha 20 e ele uns dez anos quando fui adotado afetivamente por sua família. No fundo ainda éramos duas crianças. Rapidamente, porém, apareceu no Zé aquele fotógrafo improvável, determinado, louco para sair pelo mundo enquadrando. Consegui seu primeiro emprego, no velho “Jornal do Brasil”, em cuja primeira página brilhava com fotos da política que estava em cartaz no tempo da ditadura.

© José Varella


Perder a cabeça é fácil…

O difícil é achar um corpo…

© Claudio Versiani